Quando a primavera chega, as esquadrias revelam seu potencial na arquitetura

Especialistas da MP mostram como as características da primavera são aproveitadas para valorizar as esquadrias em projetos de alto padrão. Saiba mais!

A primavera começou oficialmente em 22 de setembro e, com ela, mudam também as condições que cercam a arquitetura. Os dias ficam mais longos, a incidência de luz natural ganha outras características e as temperaturas mais amenas tornam mais frequente a relação entre os espaços internos e as áreas externas. Em um projeto bem pensado, essas mudanças fazem parte das decisões de arquitetura e podem ser consideradas desde a definição das aberturas.
É nesse contexto que as esquadrias de alto padrão ganham um papel importante. A escolha dos vãos, dos sistemas de abertura, dos vidros e da forma como cada elemento será incorporado à fachada interfere na maneira como a edificação recebe luz, se relaciona com a paisagem e aproveita a ventilação natural. A MP Esquadrias, que atua no desenvolvimento e na execução de soluções para projetos de diferentes escalas, reuniu alguns desses aspectos para mostrar como a especificação das esquadrias pode acompanhar as características da primavera. Prossiga com a leitura!
Quer entender melhor essa relação? Confira também: A influência das esquadrias na arquitetura de empreendimentos contemporâneos
#1 Luz natural
Na primavera, os dias mais claros tornam ainda mais perceptível a entrada de luz nos espaços internos. Vãos bem dimensionados permitem aproveitar melhor essa luminosidade e distribuir sua incidência ao longo dos ambientes, considerando a orientação da edificação, a posição das aberturas e as características do vidro especificado.
Em projetos com grandes superfícies envidraçadas, essa relação precisa ser pensada junto à arquitetura. A dimensão de um vão, sua localização na fachada e o sistema utilizado interferem na forma como a luz chega ao interior. Por isso, a escolha da esquadria participa de uma decisão maior, que envolve conforto, composição e uso dos espaços.
#2 Integração com a paisagem
A primavera também evidencia a relação entre a edificação e o que está ao seu redor. Jardins, áreas verdes, terraços e outros espaços externos passam a fazer parte da experiência cotidiana com mais intensidade, especialmente em projetos que foram concebidos para estabelecer essa conexão.
As superfícies envidraçadas podem aproximar essas áreas da arquitetura e criar uma transição mais fluida entre interior e exterior. Para isso, é preciso considerar não apenas a dimensão dos vidros, mas também a proporção dos vãos, os perfis e a composição da fachada. Em residências e empreendimentos de alto padrão, essa integração costuma estar ligada à proposta arquitetônica.
#3 Ventilação
As temperaturas mais amenas da primavera também permitem explorar melhor a ventilação natural. A posição das aberturas, sua dimensão e a possibilidade de diferentes configurações de abertura podem criar caminhos para a circulação de ar entre os espaços. Essa definição precisa estar relacionada às características do projeto. A orientação da edificação, a distribuição dos ambientes e a própria configuração da fachada influenciam o resultado. Portanto, a esquadria deve ser especificada considerando a forma como a arquitetura será utilizada, e não apenas o desenho que ela terá na fachada.
#4 Grandes vãos
A valorização de grandes aberturas está presente em muitos projetos contemporâneos, principalmente naqueles que buscam aproximar os espaços internos da paisagem. Com a ampliação dos vãos, porém, aumentam também as exigências técnicas envolvidas na solução. Dimensionamento, estabilidade, vedação e desempenho precisam ser considerados de acordo com as características da abertura e as condições da obra. Uma esquadria de grandes dimensões exige compatibilidade entre os diferentes elementos que compõem o sistema e precisão na execução. É uma decisão que começa no projeto e acompanha o processo até a instalação.
#5 Continuidade arquitetônica
As esquadrias também participam da leitura da fachada. Em projetos nos quais os vãos acompanham linhas, volumes e proporções definidos pela arquitetura, os perfis podem ser incorporados à composição de maneira mais integrada. Essa continuidade depende de decisões tomadas ainda na especificação. Dimensões, modulação, alinhamentos e acabamentos precisam conversar com os demais elementos da fachada para que a esquadria não pareça um componente isolado, mas onde o resultado é uma composição em que abertura, fechamento e estrutura visual do projeto seguem a mesma lógica.
A escolha do fornecedor também faz parte do projeto. Veja o que considerar: O que construtoras devem avaliar na escolha de uma indústria de esquadrias para grandes obras
MP Esquadrias: especificação e execução para projetos de alto padrão
Para que essas possibilidades façam parte do projeto, a especificação precisa acompanhar as exigências da arquitetura. Isso envolve avaliar as características de cada abertura, definir sistemas compatíveis com a proposta e considerar aspectos de desempenho antes que a solução chegue ao canteiro. A qualidade da execução também depende dessa etapa, porque é no detalhamento que muitas das decisões que serão reproduzidas na obra são estabelecidas.
Com mais de 30 anos de atuação no mercado e mais de 3 mil projetos entregues, a MP Esquadrias desenvolve e executa soluções para obras que exigem precisão, desempenho e escala. A empresa conta com três unidades fabris em Curitiba, no Paraná, e, nos últimos 12 meses, produziu e instalou mais de 31 mil m² de esquadrias de alto padrão. Essa estrutura sustenta o trabalho realizado em parceria com construtoras, incorporadoras, arquitetos e engenheiros, desde a definição da solução até a execução em obra.
A MP atua com structural glazing, esquadrias de alumínio e PVC, brises, guarda-corpos, painéis ripados de alumínio e soluções especiais. Para conhecer o portfólio e as possibilidades de aplicação em diferentes projetos, acesse mpesquadrias.com.br.





Comentários