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O inverno revela o custo de tratar esquadrias apenas como acabamento

  • Foto do escritor: MP Esquadrias
    MP Esquadrias
  • há 4 dias
  • 4 min de leitura

Especialistas da MP Esquadrias explicam por que as baixas temperaturas expõem decisões tomadas ainda na fase de projeto e como elas influenciam o desempenho da edificação.


É comum a percepção de que as esquadrias representam um elemento predominantemente estético da fachada. Mas a realidade é que em projetos residenciais e corporativos de alto padrão, elas fazem parte do sistema construtivo responsável pelo desempenho da edificação. Para perceber isso, basta olhar para algumas situações que aparecem quando a edificação é colocada sob condições mais exigentes, como o inverno: ambientes que não mantêm a temperatura, sensação constante de correntes de ar, condensação nos vidros, pontos de umidade próximos às janelas e um consumo maior de energia para climatização.


Esse comportamento não está relacionado apenas às baixas temperaturas, mas ao fato de que o inverno funciona como um teste de desempenho da construção. Segundo especialistas da MP Esquadrias, é nesse período que sistemas de vedação, fachadas, coberturas e esquadrias precisam responder às solicitações para as quais foram especificados ainda nas fases iniciais do projeto. Quando um desses elementos apresenta desempenho inferior ao esperado, quem sente imediatamente o impacto é quem reside no empreendimento. Especialmente, em edifícios verticais de alto padrão, onde quanto maior a área envidraçada e mais sofisticada a linguagem arquitetônica, maior também é a responsabilidade das esquadrias dentro do desempenho global da edificação.



Os fatores técnicos que determinam o desempenho técnico de uma esquadria durante o inverno


Mas o que faz uma esquadria influenciar o isolamento térmico, a estanqueidade do ar e à água, a eficiência energética e até mesmo a durabilidade dos acabamentos internos? Esse desempenho depende de uma combinação entre engenharia, especificação técnica, fabricação e instalação. Quando qualquer uma dessas fases é tratada como secundária, o resultado aparece nos períodos de maior exigência climática. Um ambiente que perde calor rapidamente durante o inverno dificilmente apresenta apenas uma causa, mas a interação entre diferentes fatores técnicos.


  • Desempenho térmico: resulta da interação entre diversos fatores técnicos que precisam trabalhar em conjunto. Nesse processo, as esquadrias representam um dos principais pontos de transição entre o ambiente interno e as condições externas.


  • Estanqueidade ao ar: um dos primeiros aspectos que merecem atenção, pois sistemas bem projetados limitam infiltrações de vento e reduzem trocas indesejadas de temperatura entre interior e exterior. Em situações de baixa vedação, pequenas entradas de ar já são suficientes para alterar a sensação térmica dos ambientes, aumentando a necessidade de climatização artificial.


  • Sistemas de vedação: gaxetas, escovas e componentes de vedação precisam manter desempenho ao longo dos anos, suportando movimentações naturais da estrutura, ciclos de abertura e fechamento em diferentes condições climáticas. Quando esses elementos perdem eficiência, surgem infiltrações de ar, umidade e desconforto perceptível pelos ocupantes.


  • Desempenho dos perfis utilizados: outro fator decisivo, composto por espessura, geometria, qualidade dos materiais e precisão dimensional que interferem na estabilidade do conjunto e na capacidade de manter suas características técnicas durante toda a vida útil do empreendimento. Perfis desenvolvidos para aplicações de maior desempenho têm maior controle sobre deformações e proporcionam uma vedação mais eficiente.


  • Especificação dos vidros: diferentes composições permitem controlar ganhos e perdas térmicas, reduzir a incidência solar e melhorar o conforto interno em diferentes épocas do ano. Em projetos de alto padrão, vidro e esquadria deixam de ser componentes independentes e passam a funcionar como um único sistema de desempenho.


  • Integração entre esquadrias e fachadas: embora muitas vezes passe despercebida, influencia o desempenho do conjunto. Além de cada elemento precisar apresentar qualidade individualmente, o desempenho depende da compatibilização entre arquitetura, estrutura, impermeabilização e sistemas construtivos. Quando a interface entre esses componentes não recebe o mesmo nível de atenção, a solução técnica perde eficiência.


Quando economizar na especificação custa mais caro


Os problemas que aparecem durante o inverno raramente começam no inverno. Na maioria dos casos, têm origem ainda na etapa de especificação, quando critérios técnicos cedem espaço para decisões baseadas apenas em custo imediato ou aparência. Com isso, o empreendimento assume riscos que costumam aparecer somente após a entrega das unidades, e consequentemente, no primeiro inverno com sinais mais evidentes, afetando a percepção de qualidade da edificação.


Vistorias, ajustes, substituição de componentes e retrabalhos equivalem a custos que poderiam ter sido evitados com uma especificação compatível com o desempenho esperado para aquele empreendimento. O comprador pode não conhecer as características técnicas de uma esquadria, porém percebe imediatamente quando um ambiente mantém temperatura agradável, apresenta bom isolamento acústico e transmite sensação de conforto. E em um mercado onde eficiência, conforto e sustentabilidade se tornam critérios cada vez mais valorizados, essas características influenciam a competitividade e a percepção de valor do empreendimento.



Por que incorporadoras escolhem a MP Esquadrias para grandes empreendimentos


Empreendimentos de alto padrão não deixam o desempenho da edificação para ser descoberto no primeiro inverno. Quem atua no segmento trata as esquadrias como parte da estratégia técnica do projeto, considerando análises de desempenho, compatibilização entre disciplinas, especificação criteriosa de sistemas e a escolha de fornecedores com capacidade industrial para atender aos padrões exigidos pela obra. Essa abordagem garante que conforto térmico, eficiência energética e valorização do imóvel sejam resultados previstos desde a fase de projeto, e não benefícios descobertos apenas após a entrega da obra.


Com mais de 30 anos de experiência no mercado, a MP Esquadrias reúne um histórico de mais de 3 mil projetos executados, mais de 4 mil toneladas produzidas e uma estrutura industrial composta por três unidades fabris em Curitiba (PR). Essa capacidade permite atender empreendimentos de diferentes escalas sem abrir mão do controle técnico em todas as etapas.


Ao longo dessa trajetória, consolidamos parcerias com incorporadoras, construtoras, arquitetos e engenheiros que buscam uma empresa preparada para participar da construção de edifícios onde desempenho, precisão e confiabilidade fazem parte da própria proposta do empreendimento. É essa competência que faz da MP Esquadrias uma parceira estratégica para atender as exigências de empreendimentos de alto padrão.


 
 
 

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